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Evo Morales, Manuel Zelaya, Daniel Hortega, Hugo Chávez e Rafael Correa

domingo, 13 de julho de 2008

Um Debate para a Esquerda e os Revolucionários


Um Debate para a Esquerda e os Revolucionários:
A Luta de Classes na Colombia/Farc e na Venezuela.

Assistindo todos os dias pela mídia o show promovido para sustentar o governo fascista e assassino da Colômbia e desmoralizar os instrumentos de luta dos trabalhadores Colombianos e as Farc. A tática é a mesma em toda a América, chamada pelo império de "estratégia de segurança democrática"
A situação da Colômbia está pautando toda a discussão dos rumos que o processo revolucionário da Venezuela pode tomar. Algumas declarações de Chávez e Fidel Castro contra a guerrilha revolucionária da Colômbia deram destaque às posições do setor mais revolucionário e antecipou uma tensão entre as correntes que co-dirigem o processo na Venezuela e que participam da Aliança, ou Frente de Comando da Revolução.
Na América Latina tudo é movimento, e apesar da crise econômica e financeira brutal do imperialismo e sua derrota militar no Iraque, ele continua de pé e impondo sua ordem contra os trabalhadores latinos americanos. A ameaça ronda pelos nossos mares através da quarta frota. Enfim, é nesse contexto que iremos receber dois companheiros um da Colômbia e outro da Venezuela e que estão no olho do furação, para um grande debate sobre esses processos.


No próximo dia 16 de julho, quarta feira estarão no Rio de janeiro para participar na ABI de um debate importante sobre o processo revolucionário da Venezuela e o importante e grave embate do imperialismo , através do governo terrorista de Uribes contra as organizações sindicais, sociais e militar dos trabalhadores Colombianos , 2 camaradas cujos partidos co-dirigem os processos da luta de classe em seus países.
Sem dúvida um especial momento para esquerda brasileira deve aproveitar



A AMÉRICA LATINA CONTRA O IMPERIALISMO:
A LUTA DE CLASSE NA "GRANDE COLÔMBIA"

(Um debate sobre a revolução bolivariana da Venezuela e o papel das FARC e do Pólo Democrático, frente ao terrorismo de Estado na Colômbia)

ABI (Associação Brasileira de Imprensa)
Rua Araújo Porto Alegre, 71 – 9º andar – Rio de Janeiro
Dia 16 de julho de 2008 (quarta-feira), às 18:30

A região da América do Sul, conhecida como "Grande Colômbia", é cenário de intenso debate político e ideológico. O imperialismo procura uma aventura militar, com objetivos claros: derrotar o processo de mudanças na Venezuela e apoderar-se das riquezas naturais do continente.
O ato terrorista da dupla Bush/Uribe contra o acampamento das FARC no Equador foi o primeiro ato desta escalada. A manipulação dos supostos computadores de Raul Reyes e da recente libertação unilateral de reféns mostra a recusa do governo narcoparamilitar de Uribe a uma solução política pacífica, que passa pela libertação também de guerrilheiros e pela retomada de negociações bilaterais entre as partes em conflito.
A crise colombiana se aprofunda. A guerrilha resiste, mesmo em uma conjuntura adversa. Recrudesce o terrorismo de Estado. Há um desgaste do governo: dezenas de parlamentares ligados a Uribe estão presos por corrupção e paramilitarismo. A Corte Suprema declarou que a reeleição do presidente se deu de forma delituosa.
A revolução bolivariana na Venezuela vive momentos decisivos, às vésperas de importante eleição. A luta de classe se intensifica na Bolívia. O Equador não reatou relações com a Colômbia e expulsa a base de Manta de seu território.
Os países da América do Sul tentam criar um mecanismo de defesa regional, sem os Estados Unidos. Estes, por sua vez, reativam agressivamente a Quarta Frota.

Qual a tendência na Venezuela? Revolução ou restauração?
Qual o significado de "bolivarianismo" e de "socialismo do século XXI"?
Há perspectiva de paz na Colômbia, segundo os interesses populares?Qual o futuro das FARC?
É possível evitar a guerra, vencer o imperialismo e avançar para o socialismo?

Para responder a estas e outras perguntas, convidamos dois grandes dirigentes de Partidos Comunistas, que participam intensamente da luta de classe nesses países. Militantes revolucionários, ambos são jornalistas, escritores e conferencistas, além de porta-vozes internacionais de seus partidos. Palestrantes:

CARLOS LOZANO – Membro do Birô Político do Comitê Central do Partido Comunista Colombiano (Pacocol) e da Junta Nacional do Pólo Democrático Alternativo (PDA); diretor do semanário Voz, autor de vários livros;
CAROLUS WIMMER – Secretário de Relações Internacionais do Comitê Central do Partido Comunista de Venezuela (PCV); deputado venezuelano ao Parlatino, onde é Vice-Presidente; diretor da Revista Debate Aberto e do jornal Tribuna Popular.
IVAN PINHEIRO – Secretário Geral do PCB (moderador);

Promoção: Partido Comunista Brasileiro (PCB)
Apoio (aberto a adesões): Associação Cultural José Marti, CeCAC – Centro Cultural Antonio Carlos de Carvalho, Comitê de Solidariedade à Palestina, Corrente Comunista Luiz Carlos Prestes, Fundação Dinarco Reis, Refundação Comunista, União da Juventude Comunista.

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